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Cães de rua viram problema para comerciantes e transeuntes no Centro de Esplanada

De acordo com informações de populares, o número de cães de rua aumentam cada dia mais

15/07/2020 18h46 Atualizada há 4 semanas
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Por: Redação Enews Fonte: Redação Esplanada News
IMAGEM: Redes sociais
IMAGEM: Redes sociais

Andando pelas ruas, avenidas do centro de Esplanada, uma cena vem se mostrando comum, os cães que circulam livremente em meio a população.  Não é difícil flagrar esses animais atacando transeuntes em diversos horários do dia. 

Além do prejuízo parcial causado pelo fechamento dos estabelecimentos em horários determinados nos decretos municipais, os comerciantes do centro começaram a enfrentar um outro problema, inusitado e que vem incomodando a clientela que se aproxima da  agência  Caixa.

A maioria sem donos, os animais vagam dia e noite pela cidade à procura de água, comida ou, simplesmente, de alguém que lhes dê um pouco de atenção.

Esse cenário, apesar de rotineiro para os bichinhos, representa um grave problema de saúde pública para o município.

De acordo com informações de populares, o número de cães de rua aumentam cada dia mais. A causa desse aumento seria a alimentação doada por uma pessoa que também trabalha nas imediações.

Um dos grandes problemas enfrentados pelo Brasil é a grande quantidade de animais vivendo na rua. De acordo com dados recentes, divulgados pela Organização Mundial de Saúde, o país possui cerca de 30 milhões de cães e gatos que sofreram com o abandono ou já nasceram sem um lar. Todos eles estão desprotegidos de doenças bastantes graves e de fácil proliferação como a leptospirose  e a raiva. O Centro de Zoonoses (CCZ) surgiu para tentar amenizar essa situação. Entretanto, o município de Esplanada não conta com um local para essa finalidade. 

Basicamente, esses centros realizam o recolhimento de animais, quando ocorre o resgate de qualquer animal que esteja em situação de rua e possua risco iminente de causar acidentes (como atropelamento) ou transmitir doenças.  Isso inclui todos os animais, desde vacas e cavalos até um gato. 

Em Esplanada, teoricamente, a vigilância epidemiológica seria responsável em pelo menos averiguar a situação, entretanto, não há informações de que hajam planejamentos voltados para minimizar os problemas causados por esses animais à saúde pública, a não ser a vacinação antirrábica.

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